domingo, 27 de maio de 2012

MUSEU DO FUTEBOL



Estive em visita ao Museu do Futebol ontem.
Nem curto futebol, mas achei que a visita valeu muito a pena!!
Dentre as várias coisas interessantes que vi, um texto realmente me chamou a atenção. Segue abaixo a transcrição:

“O amor ao futebol como disputa apaixonada faz com que se perca de vista o seu papel transformador. Mas o fato é que o futebol tem sido uma ponte efetiva (e afetiva) entre a elite que foi buscá-lo no maior império colonial do planeta, a civilizadíssima Inglaterra, e o povo de um Brasil que, naqueles mil oitocentos e tanto, era constituído de ex-escravos. Juntar brancos e negros, elite senhorial e povo humilde foi sua primeira lição. O futebol demonstrou que o desempenho é superior ao nome da família e a cor da pele. Ele foi o primeiro instrumento de comunicação verdadeiramente universal e moderno entre todos os segmentos da sociedade brasileira. Ele tem ensinado a agregar e desagregar o Brasil por meio de múltiplas escolhas e cidadanias.

A segunda lição veio com seu desenho. Ele exprime valores antigos (a idéia de que há sorte em todos os confrontos), mas é dele também o ideal moderno de treino. Como uma atividade aberta, ele não discrimina tipos físicos e classes sociais.

O sujeito pode ser preto ou amarelo, alto ou baixo, culto ou ignorante, mas o que interessa é que saiba jogar. Mais: seu foco não são as nobres mãos que levam para o céu (como acontece no vôlei ou no basquete), mas os humildes pés que nos atrelam ao chão e a terra. No futebol, o pé que carrega o nosso corpo transforma-se num mágico instrumento capaz de enganar o adversário e de controlar e passar a bola. Como a capoeira, o jogo do ‘pé na bola’ trouxe a multidões de brasileiros a possibilidade de, ao menos simbolicamente, inverter o jogo. No Brasil, ele abriu a possibilidade de trocar as mãos pelos pés.

O pé, associado à pata e à brutalidade das bestas de carga, muda de posição no futebol. Nele usa-se o pé, sim, mas com método. Seguindo um regulamento que torna as chuteiras de todos os tamanhos e feitios, iguais. E aí está sua lição mais importante: o futebol civiliza o pé. Ele mostra que a parte mais atrasada e bárbara do corpo pode ser submetida não só às sutilezas do jogo, mas à civilidade do saber ganhar e perder sem ódio, de modo transparente e por esforço próprio. Sem a ‘mãozinha’ dos amigos ou parentes. Foi num campo de futebol, não num parlamento, que o povo brasileiro teve a prova de como é maravilhoso juntar treino com talento; ordem com imprevisibilidade; jogadas espetaculares com uma estrutura fixa; e, finalmente, o vitorioso com o derrotado. No futebol, como na democracia igualitária, o ganhador não pode existir sem o perdedor, que terá o triunfo amanhã, mas que hoje, na derrota, valoriza e legitima a nossa vitória.”

(Roberto DaMatta)

Mais sobre o museu em http://www.museudofutebol.org.br/
Mais sobre Roberto DaMatta em  http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_DaMatta

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Site de Games em Inglês

Olá pessoal,

Hoje com a turma da 4ªA trabalhamos com alguns jogos de inglês e gostaria de recomendar o site pra vocês.
Seguem os links dos jogos...
ANIMAIS - http://www.escolagames.com.br/jogos/animaisIngles/
CORPO HUMANO - http://www.escolagames.com.br/jogos/aprendendoInglesCorpoHumano/
CORES - http://www.escolagames.com.br/jogos/coresModa/

Valeu galera!
Kisses and see you...

Quadrinhos da Mônica em Inglês


Hello everyone!

Hoje trago uma dica super legal: Quadrinhos da Turma da Mônica em Inglês!!
Mais uma forma divertida de aprender...
Segue abaixo um dos quadrinhos, seguido pelo endereço do site onde você pode encontrar outras histórias...
Kisses and see you there!


pra turminha treinar outro idioma

Deêm uma olhada no site:  http://www.monica.com.br/ingles/index.htm

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Música "Old Mac Donald"

Hello boys and girls from 4ªA.
Segue vídeo da música que ensinei hoje!
Kisses and see you next week.

Gramática: “There is” e “There are”

*Esta postagem destina-se especialmente aos alunos das 6as. e 7as. séries...

Aprender o uso de “there is” e “there are” é algo tido como básico em inglês. Ou seja, logo no começo de qualquer curso de inglês você se depara com essas combinações de palavras. Muita gente até entende sobre o que se trata, mas na hora de usar acaba confundindo tudo. A coisa piora quando as pessoas resolvem fazer uma sentença do português para o inglês.

Essa confusão ocorre por uma razão muito simples. Mas, antes vamos falar do que é mais simples e descomplicado. Ou seja, de forma geral podemos dizer que “there is” e “there are” equivalem a “” em português:
  • There is a girl in the room. (uma menina na sala.)
  • There is not a book on the table. (Não um livro em cima da mesa.)
  • There are 30 people in the room. (30 pessoas na sala.)
  • There are not 100 books in the box. (Não 100 livros na caixa.)
Assim, você nota que a única diferença entre “there is” e “there are” em inglês é que um é usado apenas para falar de uma coisa ou pessoa e outro para falar de várias. Ou seja, “there is” está relacionado a uma pessoa ou coisa apenas; já “there are” relaciona-se a várias coisas ou pessoas. Não há muito segredo nisso, não é verdade. Tudo muito simples!

O problema é que em português, nós costumamos deixar o “” de lado e no lugar dele usar “tem”. Ou seja, nós deixamos o “” para textos e contextos mais formais, e no restante das conversas e textos usamos o “tem”:
  • uma menina na sala. = Tem uma menina na sala.
  • Não um livro em cima da mesa. = Não tem um livro em cima da mesa.
  • 30 pessoas na sala. = Tem 30 pessoas na sala.
  • Não 100 livros na caixa. = Não tem 30 pessoas na sala.
Visto que o que mais falamos no dia a dia é “tem”, as pessoas costumam acham que em inglês será a mesma coisa. Isto é, elas acabam achando que podem usar “have” (ter) da mesma forma em inglês. Assim, acabam dizendo ou escrevendo coisas absurdas como:
  • #Have a girl in the room.#
  • #Have not a book on the table.#
  • #Have 30 people in the room.#
  • #Have not 100 books in the box.#
Isso significa que as pessoas pensam em português e acabam falando uma sentença em inglês do modo como falariam em português. Em outras palavras, fazem a tradução palavra por palavra e acabam falando ou escrevendo algo que não tem nada a ver.

Portanto, lembre-se: quando o “tem” tiver o sentido de “” você deverá usar as combinações “there is” ou “there are”. Sendo que “there is” é usado para falar de uma coisa ou pessoa apenas e “there are”, para várias coisas ou pessoas. Nesses casos, jamais use “have”; pois, não é o que devemos usar em inglês.

MOTHERS' DAY

Hello everyone,

Here we go again...
Na última 6ªf  (11/05) tivemos uma festa em comemoração ao Dia das Mães.
Foi muito legal, tivemos apresentações de dança e música, mas o melhor foi a presença das mães prestigiando o "evento"!!
Postei no link abaixo as fotos
https://plus.google.com/photos/105127808671691040501/albums/5741337904333914289

Obrigada pela participação de todos e, principalmente, pela contribuição de nossa querida "amiga" Meire.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Collocations em Contexto: e-mails e internet

... Na dica de hoje quero falar de outras combinações – collocations – típicas do mundo da internet. A ideia é apresentar os collocations mais comuns nesse contexto. Portanto, anote-os e pratique-os.


Imagine que você esteja em uma LAN House e quer entrar na internet, o que dizer?  Antes aprenda que o termo LAN House só existe no Brasil. Nos países de língua inglesa, eles costumam ir a um “internet café” ou “cybercafé”. E são bem diferentes dos que temos por aqui.

Diferenças de estabelecimentos à parte, uma combinação muito comum é “go online”, que significa “ficar online” e “entrar na internet”. Portanto, se você quiser perguntar “como eu entro na internet?”, diga “how do I go online?” (nada de sair por aí dizendo “how do I enter in the internet?”). 

Ao sentar diante de um computador em um “cybercafé” “you’re already connected to the internet” (você já está conectado na internet). Veja que a combinação agora é “be connected to the internet”. Portanto, nada de dizer “connected in the internet”. 

Quando estamos “connected to the internet”, podemos “send e-mails” (enviar e-mails), “read e-mails” (ler e-mails), “send e-mails” (enviar e-mails), “fire off e-mails”(enviar e-mails), “reply to e-mails” (responder aos e-mails). 

Antes de “fire off an e-mail” você deve “composse your message” (escrever a mensagem) e então “press send” (clicar em enviar). Muita gente adora “forward messages” ou “forward e-mails” (reenviar e-mails). Se você não “enter the right address” (digitar o endereço certo), é provável que o “e-mail bounce” (e-mail volte).

Claro que nem todo mundo fica apenas nos e-mails. As pessoas também querem “browse the web” (navegar na internet). Para isso é preciso um browser (navegador), os mais comuns são Internet Explorer, Firefox, Chrome, Safari, Opera e ainda outros. Não importa qual você usa, afinal em todos eles é preciso “enter the web address” (digitar o endereço do site) que você deseja e então “press enter” (dar um enter). 
Às vezes, por algum problema, você pode não conseguir “access the website” (acessar o site) que você quer. Nesses casos, o jeito é verificar se você “put in the correct address” (colocou | digitou o endereço certo). Se tudo deu certo, você pode “download pictures” (baixar fotos), “download programs” (baixar programas), “read the news” (ler as notícias), “upload files” (subir arquivos) e muito mais. 

Quando você quiser pesquisar algo, você recorre a um “search engine” (site de buscas), que na maioria das vezes será o Google. Aliás, “google” já até virou verbo. Vira e mexe, alguém poderá dizer “google this” (procure isto no google). Geralmente, as pessoas podem entrar no Yahoo ou Bing e ainda assim usar o verbo “google”: “I googled this on Yahoo” (pesquisei isso no Yahoo). Pode parecer estranho, mas é possível!

Bom! Acho que você já tem combinações o bastante para falar sobre esse assunto. Claro que ainda há muitos outros. Mas agora depende de você aprendê-los e deixá-los na ponta da língua...